Desconstrução do Mito de Jesus Cristo – Sem Cortes
0Ótima explicação de Marcelos da Luz – autor e conscienciólogo – sobre o que foi ou quem foi “Jesus Cristo”.
Vídeos de forma simples com OpenShot
3Os vídeos viraram febre na internet e o YouTube contribui para esse crescimento exponencial. Muitos leigos se aventuraram na criação de vídeos, e as ferramentas intuitivas foram (e são) as grandes “incentivadoras” para esse propósito.
Nunca fui muito fã de criar vídeos. Isso se deve ao fato de que as ferramentas livres estavam longe de atingirem um grau ótimo de simplicidade e facilidade de utilização. No entanto, hoje pode-se notar que muitas ferramentas conseguiram atingir um grau de ”intuitividade” muito grande, comparando-se a muitas ferramentas proprietárias voltadas para um público mais leigo.
O aplicativo, que aqui será indicado, é o OpenShot, um programa de edição de vídeos. Existem outros muito interessantes, como o Kdenlive, mas a identificação e simplicidade do OpenShot me chamou muita atenção, fazendo com que eu pudesse criar vídeos de forma rápida, simples e sem stress. (mais…)
Ciências vs Religião – O Quebra-Cabeça da Vida
0“Um vídeo sobre o desenvolvimento intelectual da humanidade e as desavenças do passado e do presente entre a ciência e a religião.”
3 semanas atrás
O ator
Por dificuldades sempre andei
A trilhar caminhos ilusórios
Longe de mim, do meu eu
Fugi
Reneguei
Sofri
Um GRITO! De tensão aprisiona-me
Minha liberdade se foi
Adentrou-me o medo, o repúdio…
Um palco se abriu
Vejo fama
um brilho sem ardor, opaco (como cortinas que permitem o vislumbre de silhuetas)
O retorno se fez, se faz, a cada entrada no palco
Palco do teatro, palco da vida
Sem ou com: medo, angústia enceno
Sou o ator de minha própria vida
Há controle,
tensões…, vão-se
sem rancor
sem mágoas
É viril
sem pensar
com pensar…
Sou, ainda, meu ator
O palco se desfez
Sou ainda ator
Principal (?)
De que vida? A teatral? A social? A minha, a nossa, ator mambembe?
Teatro sem cessar…
Esse é mais um mistério, uma história “por decifrar”
(Tales A. Mendonça)
Rasterizando uma imagem de forma rápida e simples
1Programas utilizados: Gimp e Inkscape
Rasterizar uma imagem é transformá-la, convertê-la, em vetor, ou seja, transformar uma imagem comum em uma imagem com pixels ou pontos, também conhecida como raster.
Diferente da renderização, no processo de rasterização – o qual é mais rápido e simples – há uma transformação da imagem ou imagens geométricas para pixels .
O objetivo deste simples texto é demostrar como transformar uma imagem qualquer em uma imagem vetorizada e chapada, depois de ser desagrupada, decomposta, em várias imagens.
Parte 1 – Remoção do fundo com Gimp
Comece escolhendo uma imagem para dar início a rasterização. Uma dica é utilizar imagens que não contenham muitos detalhes no fundo, quanto menos, melhor e mais fácil, pois o fundo da imagem deverá ser removido. Para o recorte da imagem será utilizado o aplicativo Gimp.
*Lembrando que o recorte não precisa ser perfeito. Para realizar tal processo, será usada uma ferramenta bem simples chamada Seleção contínua, conhecida também como “varinha mágica”.
Abra a imagem no editor de imagens Gimp, clique na varinha mágica, escolha um Limite, recomendo algo entre 15 a 30 – teste e veja qual limite remove o fundo sem remover a imagem.
2 meses atrás
Que filme marcou-te?
Um filme, porventura, te marcou?
Um filme marcou-me?
Perguntas, vazio, complexidades
Pensamento, infinito, possibilidades
Desconcerto, sem saída ?, nada ?
Marcou-me, por acaso, um filme?
Se fizeres essa pergunta,
Direi que é vaga e estéril…
Insatisfeita, conjugada de preconceitos
E os demais? Os filmes outros?
Perderam-se na imensidão dos sonhos ou na limitada realidade?
Sucumbiram, caíram nalgum buraco negro?
Um filme marcou-me?
Houve algum tão específico?
De que gênero?
Uma história, uma filosofia?
(Tales A. Mendonça)
Arduino – o documentário
0“Em 2011 foi lançado Arduino – o documentário, onde podemos ter uma ideia do que a comunidade em torno desse projeto é capaz de fazer. O pessoal do Baixa Cultura encontrou uma legenda em português, fez revisão e adicionou ao video, disponibilizou-o na internet. Divirtam-se!”
Referência: blog.filipesaraiva.info
CUIDADO: a Microsoft está lhe manipulando! Heil Hitler, Heil Gates!
1Texto retirado do site #Seja Livre!
Não é de hoje que a Microsoft conspira por debaixo dos panos contra seus concorrentes e até contra seus próprios clientes. São inúmeros os fatos e casos de conspiração empresarial, cartel, corporativismo exacerbado e tramoias que permeiam a história da empresa. Fatos que até viraram livro (Fogo no Vale: por trás do PC, de Paul Freiberger e Michael Swaine) e filme (Piratas do Vale do Silício – 1999).
Na última semana, veiculou na internet a notícia de que “o sistema de boot (Secure Boot – UEFI) do Windows 8 iria bloquear o uso de outro SO na máquina”. O primeiro a se levantar contra a ideia foi Matthew Garrett da Red Hat, no dia 21/09, em um post no seu blog. Vários sites e blogs de tecnologia e do universo Software Livre, inclusive o Seja Livre, publicaram a matéria de Garret, alertando a possível tentativa da Microsoft de se tornar dona de vez dos PCs ao redor do mundo. Porém, não é sobre isso que quero falar, até porque o próprio Steven Sinofsky, um dos Engenheiros por trás do Windows 8, publicou uma matéria em um blog da Microsoft no dia 22/09 explicando o que “realmente” é o Secure Boot e o protocolo UEFI, que substituiria a conhecida BIOS, “deixando claro” que: “nós projetamos o firmware para permitir que o cliente possa desativar a inicialização segura. No entanto, isto será por sua conta e risco.”
Carta para o banco Itaú sobre taxas abusivas
1Esta carta foi enviada ao Banco Itaú, porém devido à criatividade com que foi redigida, deveria ser direcionada a todas as instituições financeiras. Tenho que prestar reverência ao brasileiro(a) que, apesar de ser altamente explorado(a), ainda consegue manter o bom humor.
Poderia ser dirigida a qualquer banco brasileiro. . .
Senhores Diretores do Banco Itaú,
Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.
Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico, costureira, farmácia etc). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante.
Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade.
Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de combustível, etc…) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até um pouquinho acima. Que tal? (mais…)
Acessando o seu Android de forma rápida e segura via SSH
0Quando se adquire um telefone celular ou smartphone ou tablet, geralmente, vêm agregado vários acessórios ao produto: o cabo de dados é utilizado para realizar transferência de arquivos entre o aparelho adquirido e um computador, PC.
Alguns aparelhos trazem softwares para que sejam instalados no computador e possam realizar a transferência dos arquivos.
Como o sistema operacional Android, hoje, está presente em milhões de smartfones e tablet’s e a maioria possui acesso WiFi, nada mais fácil do que aproveitar as facilidades que o aparelho dispõe para desfrutar da comodidade, dispensando cabos e instalações de softwares proprietários – que muitas vezes funcionam para todos os sistemas operacionais, excluindo a família Unix, com exceção do OSX –.
O SSH – Secure Shell – é uma ferramenta de acesso remota bem poderosa e muito utilizada pelos administradores de redes e usuários de sistema Linux e afins. Esse é uma espécie de TELNET, porém com criptografia e outras “guloseimas” mais.
Demonstrarei, basicamente, duas maneiras para realizar a transferência de arquivos, uma em moto texto – através do terminal de comandos – e outra em modo gráfico – utilizando o Nautilus – gerenciador de arquivos padrão do Ubuntu.
Este texto foi escrito baseando-se na distro Ubuntu (11.04) – utiliza o ambiente gráfico Gnome como patrão e o gerenciador de arquivos Nautilus –. Usuários de outras distribuições poderão basear-se neste texto, pois a utilização em outros gerenciadores de arquivos é bem semelhante. Quem for utilizar o terminal de comandos não terá problema algum, porque a execução dos comandos é exatamente a mesma em qualquer distro. (mais…)

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